Eles ficam loucos vendo eu rebolar assim, bem devagar, com o plug anal bem fundo. Cada movimento faz o plug mexer lá dentro e eu sentir tudo. Eu sei que eles gostam de ver a bunda subindo e descendo, aberta, toda plugada, sem pressa nenhuma. Quanto mais eu rebolo, mais eles imaginam o que fariam comigo depois.
Eu tinha recebido o pagamento antes de ligar a câmera. O valor cobria a chamada — ele olhando minha cara enquanto mandava — e o arquivo da gravação de trás, a câmera baixa apontada só pro rabo empinado e pro dildo. Quando a tela acendeu na minha frente, ele apareceu e falou: — Transferência feita. Quero essa cara o tempo todo. A de trás está gravando? — Está — respondi, já de bruços, joelhos abertos, bunda alta. — Pega o rabo inteiro. Segurei o dildo e esperei o comando. Ele me olhou por alguns segundos em silêncio, depois disse: — Encosta a ponta no clitóris. Só esfrega, sem enfiar ainda. Encostei a cabeça lisa no grelo e comecei a circular devagar. O toque aqueceu rápido; meu quadril subiu sozinho. A gravação de trás deve ter captado o dildo deslizando na pele já molhada e a buceta se abrindo mais a cada passagem. Soltei um suspiro baixo, os olhos na tela. — Aumenta a pressão — ele falou. — Quero ver sua boca. Pressionei mais e acelerei um pouco. O clitóris inchou sob a ponta; um som úmido baixo acompanhou o movimento. Minha respiração encurtou. Olhei pra ele e senti o rosto esquentar. — Agora enfia só a ponta. Devagar. Quero a sua expressão quando entrar. Empurrei. A cabeça grossa forçou a entrada e deslizou pra dentro com um estalo molhado. Parei ali, só aquele pedaço dentro, a buceta apertando em volta. Um gemido saiu aberto; voltei o olhar pra tela. — Gira o quadril com ela assim — ele mandou. — Círculos curtos. Não tira. Girei devagar. A ponta massageava a entrada por dentro, um movimento pequeno e constante. Cada volta contraía minha barriga. Eu respirava mais fundo, a boca entreaberta, sentindo o calor subir enquanto olhava pra ele. — Acelera — a voz dele baixou. — E de vez em quando puxa e passa no cu. Depois volta pra buceta. Acelerei os círculos. Em alguns momentos puxava o dildo pra fora, passava a cabeça no anel do cu — a sensação era mais apertada, quase queimando — e enfiava de novo só a ponta. O contraste me deixava mole. Meus sons ficaram mais contínuos; eu não tirava os olhos da tela. — Sua cara está indo embora — ele comentou. — Agora enfia inteiro. De uma vez. Enfiei fundo. O dildo deslizou até a base, esticando e batendo no fundo. Soltei um gemido longo, os olhos quase fechando antes de voltar pra ele. Meu corpo tremeu; a câmera de trás deve ter registrado o dildo sumindo e a bunda empinada tremendo. — Agora mete — ele disse. — Ritmo médio, fundo. Mistura com rotação. Quero ouvir. Comecei a empurrar o quadril pra trás em um ritmo constante, o dildo entrando quase todo e saindo até a metade. O som molhado ficou mais presente. Eu intercalava com pequenas rotações, mudando o ângulo da pressão. A respiração irregular acompanhava cada metida mais profunda; eu olhava pra tela, a cara quente. — Mais forte — ele falou. — E não desvia quando gozar. Aumentei a força. O impacto no fundo ficou mais nítido; a buceta apertava o dildo a cada empurrão. O prazer subiu sem aviso. Gozei olhando direto pra ele, a boca aberta, um som quebrado saindo enquanto o corpo contraía e o gozo escorria pelas coxas. Continuei o movimento por alguns segundos, mais lento, ainda pulsando. — Não tira — ele mandou. — Desacelera. Depois puxa e bate a ponta na buceta algumas vezes. Reduzi até ficar quase parado, só deslizando o dildo em movimentos longos. Depois puxei quase todo e bati a cabeça molhada algumas vezes na boceta aberta; o som mudou, mais seco. Voltei a esfregar no clitóris, agora mais sensível. Meus gemidos ficaram mais agudos. Olhava pra ele, a cara quente, sentindo o segundo orgasmo se aproximar mais rápido. — Passa no cu de novo e depois enfia só a ponta e gira rápido — ele disse. — Quero te ver gozar assim. Passei a cabeça no cu por alguns segundos, depois enfiei só a ponta e girei o quadril em círculos curtos e rápidos. A estimulação concentrada na entrada me levou direto. Gritei baixo, os olhos fixos nele, o corpo tremendo forte, a buceta contraindo em volta da cabecinha enquanto o gozo pingava. — Continua — a voz dele estava mais rouca. — Enfia tudo de novo e fica girando com ele fundo. Não para até gozar outra vez. Enfiei até o fundo e mantive o dildo lá, girando o quadril em movimentos amplos. A pressão interna era constante; cada rotação esfregava o ponto de dentro. Eu soltava sons contínuos, olhando pra tela, a cara completamente entregue. O terceiro orgasmo chegou mais profundo, um tremor longo que me fez perder o ritmo por um momento. O corpo inteiro contraiu, a buceta apertando o dildo em ondas, enquanto eu soltava um gemido arrastado e olhava pra ele. Ele ficou em silêncio alguns segundos, só me observando. Depois falou baixo: — Fica assim. Dildo atolado, bunda empinada. Quero ver essa cara agora. O vídeo de trás é meu, e eu paguei pra te olhar gozando desse jeito. Não tira ainda. Fiquei quieta, ofegante, o peito subindo e descendo, o dildo ainda fundo, a buceta pulsando devagar em volta dele. Olhava pra tela, a boca entreaberta, sentindo o calor e o cansaço. Ele tinha pago pra controlar cada etapa e comprar a gravação da minha bunda. E eu tinha gozado três vezes olhando pra cara dele, obedecendo, me sentindo exatamente a puta que ele estava pagando pra ver.
Eu tinha recebido o pagamento antes de ligar a câmera. O valor cobria a chamada — ele olhando minha cara enquanto mandava — e o arquivo da gravação de trás, a câmera baixa apontada só pro rabo empinado e pro dildo. Quando a tela acendeu na minha frente, ele apareceu e falou: — Transferência feita. Quero essa cara o tempo todo. A de trás está gravando? — Está — respondi, já de bruços, joelhos abertos, bunda alta. — Pega o rabo inteiro. Segurei o dildo e esperei o comando. Ele me olhou por alguns segundos em silêncio, depois disse: — Encosta a ponta no clitóris. Só esfrega, sem enfiar ainda. Encostei a cabeça lisa no grelo e comecei a circular devagar. O toque aqueceu rápido; meu quadril subiu sozinho. A gravação de trás deve ter captado o dildo deslizando na pele já molhada e a buceta se abrindo mais a cada passagem. Soltei um suspiro baixo, os olhos na tela. — Aumenta a pressão — ele falou. — Quero ver sua boca. Pressionei mais e acelerei um pouco. O clitóris inchou sob a ponta; um som úmido baixo acompanhou o movimento. Minha respiração encurtou. Olhei pra ele e senti o rosto esquentar. — Agora enfia só a ponta. Devagar. Quero a sua expressão quando entrar. Empurrei. A cabeça grossa forçou a entrada e deslizou pra dentro com um estalo molhado. Parei ali, só aquele pedaço dentro, a buceta apertando em volta. Um gemido saiu aberto; voltei o olhar pra tela. — Gira o quadril com ela assim — ele mandou. — Círculos curtos. Não tira. Girei devagar. A ponta massageava a entrada por dentro, um movimento pequeno e constante. Cada volta contraía minha barriga. Eu respirava mais fundo, a boca entreaberta, sentindo o calor subir enquanto olhava pra ele. — Acelera — a voz dele baixou. — E de vez em quando puxa e passa no cu. Depois volta pra buceta. Acelerei os círculos. Em alguns momentos puxava o dildo pra fora, passava a cabeça no anel do cu — a sensação era mais apertada, quase queimando — e enfiava de novo só a ponta. O contraste me deixava mole. Meus sons ficaram mais contínuos; eu não tirava os olhos da tela. — Sua cara está indo embora — ele comentou. — Agora enfia inteiro. De uma vez. Enfiei fundo. O dildo deslizou até a base, esticando e batendo no fundo. Soltei um gemido longo, os olhos quase fechando antes de voltar pra ele. Meu corpo tremeu; a câmera de trás deve ter registrado o dildo sumindo e a bunda empinada tremendo. — Agora mete — ele disse. — Ritmo médio, fundo. Mistura com rotação. Quero ouvir. Comecei a empurrar o quadril pra trás em um ritmo constante, o dildo entrando quase todo e saindo até a metade. O som molhado ficou mais presente. Eu intercalava com pequenas rotações, mudando o ângulo da pressão. A respiração irregular acompanhava cada metida mais profunda; eu olhava pra tela, a cara quente. — Mais forte — ele falou. — E não desvia quando gozar. Aumentei a força. O impacto no fundo ficou mais nítido; a buceta apertava o dildo a cada empurrão. O prazer subiu sem aviso. Gozei olhando direto pra ele, a boca aberta, um som quebrado saindo enquanto o corpo contraía e o gozo escorria pelas coxas. Continuei o movimento por alguns segundos, mais lento, ainda pulsando. — Não tira — ele mandou. — Desacelera. Depois puxa e bate a ponta na buceta algumas vezes. Reduzi até ficar quase parado, só deslizando o dildo em movimentos longos. Depois puxei quase todo e bati a cabeça molhada algumas vezes na boceta aberta; o som mudou, mais seco. Voltei a esfregar no clitóris, agora mais sensível. Meus gemidos ficaram mais agudos. Olhava pra ele, a cara quente, sentindo o segundo orgasmo se aproximar mais rápido. — Passa no cu de novo e depois enfia só a ponta e gira rápido — ele disse. — Quero te ver gozar assim. Passei a cabeça no cu por alguns segundos, depois enfiei só a ponta e girei o quadril em círculos curtos e rápidos. A estimulação concentrada na entrada me levou direto. Gritei baixo, os olhos fixos nele, o corpo tremendo forte, a buceta contraindo em volta da cabecinha enquanto o gozo pingava. — Continua — a voz dele estava mais rouca. — Enfia tudo de novo e fica girando com ele fundo. Não para até gozar outra vez. Enfiei até o fundo e mantive o dildo lá, girando o quadril em movimentos amplos. A pressão interna era constante; cada rotação esfregava o ponto de dentro. Eu soltava sons contínuos, olhando pra tela, a cara completamente entregue. O terceiro orgasmo chegou mais profundo, um tremor longo que me fez perder o ritmo por um momento. O corpo inteiro contraiu, a buceta apertando o dildo em ondas, enquanto eu soltava um gemido arrastado e olhava pra ele. Ele ficou em silêncio alguns segundos, só me observando. Depois falou baixo: — Fica assim. Dildo atolado, bunda empinada. Quero ver essa cara agora. O vídeo de trás é meu, e eu paguei pra te olhar gozando desse jeito. Não tira ainda. Fiquei quieta, ofegante, o peito subindo e descendo, o dildo ainda fundo, a buceta pulsando devagar em volta dele. Olhava pra tela, a boca entreaberta, sentindo o calor e o cansaço. Ele tinha pago pra controlar cada etapa e comprar a gravação da minha bunda. E eu tinha gozado três vezes olhando pra cara dele, obedecendo, me sentindo exatamente a puta que ele estava pagando pra ver.
Eu tirei a foto e mandei pra ele no mesmo dia. Nua, deitada, pernas bem abertas, buceta toda exposta, lábios separados, molhada só de saber que ele ia pagar pra ver. Olhei direto pra câmera com aquela cara de puta, boca entreaberta, como se estivesse oferecendo de verdade. Uma mão no cabelo, a outra na barriga, peitos empinados. Luz quente em cima de mim. Ele pediu exatamente isso: “quero você mostrando a buceta como se fosse minha pra meter.” Ele pagou os duzentos na hora. Dois dias depois ele mandou a primeira foto. A impressão grande, do tamanho de um poster, deitada na cama dele. Minha buceta impressa estava coberta de porra grossa, escorrendo entre os lábios e pingando no colchão. Mais porra nos meus peitos e uma mancha branca atravessando meu queixo e minha boca na foto. Ele tinha gozado várias vezes só olhando pra mim daquele jeito. A mensagem veio junto: “Comecei a usar. Todos os dias. Não vou limpar. Quero que acumule. Quero que fique uma crosta na sua buceta. Na sua cara. Nos seus peitos. Quero olhar pra essa imagem e ver quantas vezes eu já gozei em cima de você.” Eu fiquei olhando a foto no celular. A porra branca e espessa em cima da minha buceta aberta. Minha cara de oferecida, agora coberta. Senti o calor subir. Achei estranho. Achei nojento. E molhei a calcinha na mesma hora, puta que sou. Ele continuou mandando. Uma semana depois a impressão já estava mais pesada. Porra seca misturada com a fresca. Minha buceta impressa quase sumindo debaixo das camadas. Ele gozava de manhã e de noite. Às vezes mandava vídeo curto, só o som do pau batendo e o gemido baixo enquanto olhava pra mim de pernas abertas, oferecendo. Aí veio o pedido novo. “Agora quero a outra. Você de quatro. Bunda bem alta. As duas mãos abrindo as nádegas. Quero ver o cu aberto, oferecido. Mesma cara de puta. Olhando pra trás como se estivesse me pedindo pra meter no cu. Vou imprimir maior ainda. Vou gozar todo dia em cima dessa também. Uma em cima da outra na cama. Sua buceta e seu cu cobertos de porra. Não vou limpar nenhuma.” Li e senti o estômago apertar e a buceta latejar ao mesmo tempo. Estranho pra caralho. Um cara que eu nunca vi pessoalmente gozando em cima da minha imagem todo santo dia, deixando a porra secar e acumular até cobrir meu rosto, meus peitos, minha buceta. E agora querendo a mesma coisa com meu cu aberto, minhas mãos puxando a bunda, oferecendo o cu como se eu fosse uma puta de verdade. Mas a delícia era maior. Eu gosto. Gosto de ser puta. Gosto de saber que ele está usando minha imagem como se fosse minha buceta e meu cu de verdade, gozando em cima todos os dias sem limpar. Respondi devagar, ainda olhando a última foto que ele mandou — a impressão da minha buceta quase irreconhecível de tanta porra acumulada: “A de quatro com o cu aberto vai sair bem mais cara. Quinhentos. E eu quero ver as fotos de você gozando em cima. Todas. Sem limpar. Quero saber que você está usando minha imagem todo dia.” Ele pagou na hora. E eu já estou pensando na pose. De quatro, bunda empinada, as mãos puxando as nádegas o máximo que der, o cu se abrindo, o olhar por cima do ombro — cara de puta, oferecida, como se estivesse esperando ele meter. Sabendo que daqui a pouco essa imagem também vai estar deitada na cama dele, coberta de porra fresca e seca, acumulando dia após dia, enquanto ele goza olhando pra mim me oferecendo. Fecho as pernas na cadeira e sinto a buceta molhada só de imaginar a impressão grande, meu cu aberto, e a porra dele escorrendo em cima do meu cu impresso. Estranho. Safado. E eu já estou cobrando mais. Porque eu gosto de ser a puta que ele goza em cima todos os dias.
Eu fui contratada pra ser a cadelinha submissa dele por 24 horas inteiras. Pelo e-mail ele parecia calmo e pagava bem demais. Eu aceitei. Cheguei no apartamento de noite. A cidade piscava pelas janelas grandes, luz amarela atravessando as cortinas claras e batendo no tapete fofo. Ele me mandou ficar só de regatinha cinza e fio dental com o anel branco. Sem cerimônia me colocou de quatro, bunda bem empinada, costas arqueadas, cabelo caindo pro lado. Enfiou o plug anal grosso sem aviso. O silicone abriu meu cu devagar, esticando até doer, a base redonda batendo na entrada. “Fica de quatro o tempo todo, puta. Engatinha pela casa. Cu alugado. Não tira a mão do chão.” Eu engatinhava de verdade. Joelhos e palmas no tapete macio, bunda balançando a cada movimento, o plug mexendo fundo e me fazendo gemer baixo. Quando ele estalava o dedo, eu rastejava até ele, cabeça baixa, e levantava o olhar. O pau dele era bem maior e mais grosso do que nas fotos, veias saltadas, cabeça inchada e brilhante. Ele segurava meu cabelo com as duas mãos e não deixava eu desviar o olhar nem por um segundo. “Olha na minha cara, sua vagabunda. Quero ver seus olhos enquanto engole. Não pisca.” Eu babava no pau, passava a língua na cabeça, chupava só a ponta, engolindo o pré-gozo salgado. Depois ele empurrava fundo. Eu engolia inteiro, nariz batendo nas bolas, garganta abrindo até doer. Ele metia com força, me engasgando, saliva escorrendo pelo queixo e pingando no tapete. Eu chupava as bolas, enfiava as duas na boca, lambia, babava tudo, deixava o fio de saliva pendurado. Quando eu quase vomitava, ele tirava e dava surra de pica na minha cara, tapa molhado, cabeça grossa batendo no rosto, no nariz, na boca aberta, me sujando de saliva e pré-gozo. “É assim que se fode puta. Mama gostoso. Engole tudo. Gosta de dinheiro, né? Então aguenta, cadela.” Ele gozava na minha cara várias vezes. Porra quente e grossa espirrando no rosto, no cabelo, nos lábios, no queixo. Eu não podia limpar. Ele mandava ficar de quatro, cara suja, porra escorrendo e secando na pele. “Deixa assim. Quero ver a cara da puta gozada o tempo todo.” E fotografava de perto. Várias fotos da minha cara melada, olhos vermelhos, boca aberta, porra pingando do nariz e do queixo, olhando pra câmera porque ele mandava. Depois ele tirava o plug. Meu cu ficava aberto, vermelho, piscando, vazio. Ele enfiava o pau grosso de uma vez, sem lubrificante extra, só no cu. Doía pra caralho, ardia, queimava, esticava demais. Eu gemia que parasse, que doía, mas ele puxava meu cabelo com força, me obrigava a olhar pra trás e metia fundo, forte, batendo as bolas na minha buceta. Dava tapa pesado na bunda, a mão estalando, deixando a marca vermelha. Às vezes dava tapa direto na buceta, só pra humilhar, enquanto o pau entrava e saía do cu. “Puta não usa buceta. Cu é pra arrombar. Abre mais, sua vagabunda. Deixa eu foder esse cu até ele não fechar mais.” Quanto mais eu mostrava dor, mais duro e raivoso ele ficava. Eu rebolava mesmo assim, apertava o pau com o cu, sentia o tesão misturado com a queimação. Minha buceta escorria no tapete, melava as coxas. Eu gozava no pau dele várias vezes, corpo tremendo, cu piscando em volta da cabeça grossa, implorando. Ele gozava dentro do meu cu várias vezes. Porra quente enchendo, escorrendo pra fora, pingando nas coxas e no tapete. Eu não podia limpar. Ficava de quatro com o cu aberto, arregaçado, porra vazando devagar, e ele fotografava isso também: o cu vermelho, esticado, cheio de porra dele escorrendo, a entrada piscando. Foram 24 horas assim. Ele me acordava de madrugada, me puxava pelos cabelos, enfiava o pau na garganta ou direto no cu arrombado. Eu engatinhava até a cozinha, chupava ele enquanto ele bebia, depois voltava pro tapete. Ele me fodia com raiva, me chamando de puta barata, cadela de aluguel, vagabunda que só serve pra dar o cu por dinheiro. Só o cu. Nada de buceta. Só tapa nela de vez em quando, enquanto ele metia fundo atrás e me obrigava a olhar nos olhos dele. No final eu fui embora com o cu arrombado de verdade. Porra ainda escorrendo, cara suja e seca de porra, bunda vermelha de tapa. Fiquei dias sentindo dor pra sentar. Tinha que sentar de ladinho, com cuidado, porque o cu doía e ardia. E cada vez que sentava, lembrava daquele macho me comendo, me fodendo o cu sem dó, me obrigando a olhar na cara dele enquanto engolia o pau inteiro, me deixando com a cara e o cu gozados sem limpar, fotografando tudo. Aquele filho da puta escroto e gostoso ao mesmo tempo, que me fez gozar no cu várias vezes, mesmo doendo, mesmo humilhada. Eu sofri, fiquei arrombada, mas gozei feito cadela o tempo inteiro. E adorei ser puta submissa por dinheiro. Adorei cada segundo sujo.
O vestido vermelho espera em cima da cama. Eu o visto devagar, sentindo o tecido colar no corpo. É bem curtinho, de frente única, costas abertas. A saia para bem alto nas coxas, quase no limite. Sem calcinha. Sem sutiã. Os seios ficam soltos debaixo do tecido um pouco mais frouxo da parte de cima, o peso deles fazendo o vestido mover só de eu respirar. Normalmente ninguém me vê assim. Na maioria dos dias eu saio de blazer estruturado, vestido longo, calça de alfaiataria bem cortada. As pessoas me chamam de séria, até de conservadora. Mas de vez em quando essa outra face aparece. E hoje ela quer sair. Passo o batom vermelho olhando no espelho. O cabelo solto cai nos ombros. Os saltos altos alongam as pernas e projetam o quadril. Quando ando pelo quarto, os seios balançam de leve por baixo do vestido e a saia se mexe a cada passo, colada na bunda. Não tem marca nenhuma de calcinha. Quem olhar de lado ou de trás vai saber imediatamente que não estou usando nada por baixo. O tecido gruda na pele e não esconde o contorno. Saio de casa. No elevador me olho no espelho e vejo o que os outros vão ver: uma mulher com cara de puta cara, andando sem calcinha, seios soltos, bunda marcada pelo vermelho. O pensamento já me deixa molhada. Na calçada eu ando devagar de propósito. Cada passo faz a saia se mover sobre a pele nua, o tecido deslizando na bunda e nas coxas. Os seios balançam de um lado para o outro. Eu sinto o olhar dos homens antes de ver o rosto deles. Eles param. Um vira a cabeça. Outro desacelera. Um terceiro, parado na esquina, aperta a mão em volta do volume da calça sem perceber. Eu passo perto dele. Perto o suficiente para ele sentir o perfume e ver que não tem nada entre a saia e a minha pele. O olhar dele desce, sobe, encontra o meu. Eu não desvio. Continuo andando, quadril balançando, seios movendo dentro do vestido. Ouço ele soltar o ar. Sinto a mão dele apertar mais forte o pau duro. Enquanto ando, imagino o que ele está pensando. Imagino ele me puxando para a parede daquela esquina, me virando de costas, levantando a saia só o suficiente e me comendo ali mesmo, na rua, sem nem tirar o vestido. A mão dele na minha nuca, o pau entrando fundo enquanto eu mordo o lábio para não gemer alto. Ele quer isso. Eu sei que quer. Mais à frente, dois homens sentados numa mesa de bar param de falar quando eu passo. Um se inclina para me acompanhar com os olhos. O outro passa a língua no lábio. Eu ando reta, costas levemente arqueadas pelo salto, bunda empinada, rebolando de leve. O vestido vermelho gruda em cada movimento. Não tem linha de calcinha. Só a pele e o tecido fino. Eles sabem. Todo mundo sabe. Eu imagino o que cada um está pensando. Um gostaria de me jogar por cima daquela mesa do bar, abrir minhas pernas e me comer ali, na frente de todo mundo, a saia amassada na cintura, os seios balançando enquanto ele mete. O outro gostaria que eu sentasse nele na cadeira, de frente, o vestido subindo sozinho pelo movimento, a buceta nua esfregando no pau dele por cima da calça até ele não aguentar mais e me puxar para baixo, me sentando nele sem cerimônia. E tem um, mais atrás, parado perto do muro. Eu imagino ele me querendo de quatro no chão, bem ali, a saia levantada só o necessário, a bunda empinada, ele me enrabando devagar enquanto segura meu cabelo. Eu ando e sinto o olhar deles grudado em mim. A saia parece que vai subir a cada passo. Parece que vai mostrar. Eles ficam nessa expectativa, o olhar descendo, esperando o momento em que o tecido vai escorregar e revelar tudo. Mas ele não sobe. Fica ali, colado, quase mostrando, e isso os deixa ainda mais desesperados. Eu adoro isso. Adoro provocar o tesão deles. Adoro ver a mão quase involuntária apertando o pau. Adoro a cara de quem foi pego no flagra e mesmo assim não consegue parar de olhar. Eles me olham como se eu fosse uma puta safada que decidiu sair na rua sem calcinha só para deixar todo mundo de pau duro, imaginando mil jeitos de me comer ali mesmo. E é exatamente isso que eu sou, nessa hora. Andando devagar, rebolando, seios balançando, com cara de puta, sentindo o ar entre as coxas e o olhar deles me comendo com os olhos.
Eu estava na sacada do décimo andar, só de robe rosa, o tecido macio e solto demais. O sol batia forte nos azulejos da parede e nos prédios em volta, dezenas, centenas de janelas olhando de volta. Acendi o baseado, puxei a fumaça devagar e soltei contra a luz. O vento quente levantava o robe. Eu sabia que alguém estava vendo. Fiquei em pé de costas para a cidade, o robe escorregando dos ombros. Deixei cair até a cintura e curvei a coluna, empinando a bunda bem alta, as nádegas abertas pro ar e pra qualquer um que tivesse binóculo ou celular na janela. A fumaça saía da minha boca enquanto eu mexia o quadril, lento, imaginando o cara do prédio da frente com a mão dentro da calça, o pau duro só de ver o meu cu. Eu queria que ele gozasse assim, sem eu sequer olhar pra trás. Sentei na cadeira de braços. Abri o robe de vez. Os peitos saltaram, pesados, os mamilos já duros com o vento e com a ideia de ser vista. Cruzei as pernas só pra abrir de novo, bem devagar, mostrando a buceta sem calcinha. Passei dois dedos pela fenda, molhada demais, e fiquei olhando as janelas enquanto me acariciava. Cada prédio era um possível observador. Eu me tocava pensando neles no vizinho do 15º andando a mão no pau, na mulher do apartamento em frente que talvez estivesse com a calcinha enfiada de lado, se esfregando também. A fumaça subia. Eu gemia baixo, quase sem som, só pra eles. Fiquei de quatro na cadeira, o robe aberto e pendurado nas costas. Empinei a bunda o máximo que dava, as pernas abertas, o cu e a buceta totalmente expostos pra cidade. Comecei a rebolar de verdade, enfiando dois dedos fundo, depois três, o barulho molhado alto demais pro silêncio da sacada. Eu imaginava o cara filmando, o zoom no meu cu piscando cada vez que eu metia os dedos. Queria que ele gozasse na tela, que a porra dele escorresse enquanto eu me fodia sozinha, bem na frente de todo mundo. A cada movimento eu sentia o olhar imaginário queimando a minha pele. Fiquei assim até as coxas tremerem. Depois me virei de frente de novo, o robe caído no chão. Sentei de pernas abertas na beirada da cadeira, uma mão no peito apertando o mamilo, a outra na buceta, esfregando o clitóris sem parar. Olhei direto pra um dos prédios, como se estivesse olhando pro cara. Puxei mais um trago e soltei a fumaça enquanto metia os dedos com força, o quadril subindo sozinho. Eu queria que ele visse tudo — a cara de tesão, a boca entreaberta, a buceta vermelha e inchada engolindo os dedos. Quando eu gozei, gozei olhando pras janelas, o corpo inteiro sacudindo, a buceta apertando e soltando os dedos, o suco escorrendo pela cadeira. Fiquei ali mais um tempo, ofegante, o robe aberto, o baseado quase acabado, ainda empinada e aberta, oferecendo o resto da visão pra quem quisesse se aliviar com a imagem da puta safada da sacada.
Eu o conhecia há anos. Não o rosto, não o corpo só as palavras. Ele me seguia desde o começo, sempre educado, quase poético. Nunca pedia foto, nunca forçava. Só elogiava o jeito que eu escrevia, o jeito que eu me movia quando postava alguma coisa. Eu gostava daquela delicadeza. Parecia um homem que sabia esperar. Até que um dia a delicadeza rachou. Ele começou a dizer, com a mesma voz baixa de sempre, que o maior desejo da vida dele era chupar minha buceta. Não era pedido. Era confissão. Eu não sabia como ele era. Só sabia que trabalhava num escritório, que era casado, que tinha filhas. Isso me deu uma confiança estranha. Um homem com casa, com rotina, com responsabilidades. Não um desconhecido qualquer. Quando ele ofereceu pagar, eu ri por dentro e coloquei um valor alto demais. Queria que ele desistisse. Queria que a fantasia dele morresse ali, no chat. Ele aceitou na hora. Ficou feliz como quem recebe um presente. Disse que queria no meu carro, no estacionamento do shopping, num lugar onde qualquer adulto que passasse pudesse olhar pela janela e ver ele de joelhos. O risco fazia parte do tesão dele. Ele mandou fotos. Velhas. Um homem razoável, nada mais. Eu aceitei. No dia combinado eu fui de vestido vermelho, salto alto, sem calcinha. Cheguei ao estacionamento e ele já estava lá, encostado num pilar. Quando ele se aproximou eu senti o estômago apertar. Não era o homem das fotos. Era muito mais velho, muito mais gordo. Barriga enorme por baixo da camisa do time, bermuda frouxa, cabelo ralo. Um homem deselegante de um jeito que doía olhar. O nojo subiu rápido. Não era a idade. Não era só o peso. Era o conjunto. A desleixada total. Eu quase dei meia-volta. Mas o valor já estava na minha conta. E ele, mesmo feio daquele jeito, ainda falava baixo, cuidadoso. “Oi, Raquel. Obrigado por vir.” A voz era a mesma de sempre. Isso me segurou. Ele mandou. Pagou, então mandava. Pediu para eu entrar no banco de trás, virar de frente para a porta aberta, levantar as pernas e abrir. Posição de franguinho. Eu obedeci. O ar do estacionamento bateu direto na minha buceta nua. Ele se ajoelhou do lado de fora do carro, entre minhas coxas, e olhou. Ficou uns segundos só olhando, respirando fundo. “Nossa, Raquel… eu sempre quis chupar essa buceta. Meu sonho. Que buceta gostosa você tem.” Ele abriu minhas pernas mais, segurou firme, e começou. Primeiro cheirou. Cheirou longo, com o nariz quase encostando, como se quisesse guardar o cheiro. Disse que eu estava cheirosa. Depois veio a língua. Lenta no começo, lambidas largas que iam do períneo até o grilinho. Ele não tinha pressa. Lambia, afastava os lábios com os dedos, contemplava de novo e voltava. Enfiou a língua dentro, bem fundo, e ficou ali, mexendo, sentindo. Eu fechei os olhos. O nojo ainda estava lá a barriga enorme, a bermuda, a cara que eu não conseguia achar bonita mas a língua era boa. Muito boa. Quente, molhada, insistente. Quando ele chegou no grilinho e começou a mamar de verdade, eu perdi o controle. Ele sugava devagar, depois mais forte, a língua batendo de lado, circular, depois direto. Eu gemi baixo no começo. Depois mais alto. A vergonha de gemer para aquele homem me excitava ainda mais. Eu olhava para baixo e via a barriga dele, a cabeça careca se movendo entre minhas pernas, e o tesão e o nojo brigavam dentro de mim. Como eu estava deixando aquele homem asqueroso me chupar até eu gozar? Eu gozei. Gozei forte, gemendo igual cadelinha, as pernas tremendo, o vestido vermelho amassado no banco. Ele não parou. Continuou mamando enquanto eu pulsava na boca dele, lambendo o gozo que saía, engolindo o que conseguia. Depois pediu para eu virar de quatro. Eu subi no banco, bunda para fora, e ele abriu minhas nádegas com as duas mãos. A língua foi direto no cu. Lambeu, circulou, enfiou. Chupou o cu com a mesma fome com que tinha chupado a buceta. Eu gemia de novo, a cara escondida no banco, sentindo a língua dele entrar e sair, o nariz dele pressionado contra mim. A vontade de pedir o pau veio forte. Eu quase implorei. Quase. Mas eu tinha combinado só chupar. Não cedi. Ele voltou para o grilinho enquanto eu estava de quatro. Mamou de novo, agora com a língua entrando no cu ao mesmo tempo, os dedos abrindo tudo. Eu jorrei. Jorrei de verdade, o líquido quente saindo em jatos na cara dele, na camisa do time, molhando a bermuda. Ele não se afastou. Ficou recebendo, lambendo, engolindo o que conseguia, a cara inteira brilhando do meu gozo. Eu tremia, gemendo alto demais para um estacionamento, odiando e amando ao mesmo tempo. Quando acabou, ele limpou a boca com as costas da mão, ainda de joelhos. Olhou para mim e disse que eu era linda, que era gostosa, que queria fazer de novo. Muitas vezes. Eu não respondi. Só desci do carro, arrumei o vestido, fechei a porta. Ele foi embora com a camisa molhada, a cara ainda cheirando a buceta, o gozo secando na barba rala. Eu fiquei sentada no banco por uns minutos, as coxas ainda tremendo, o cheiro dele e o meu misturados no ar do carro. O nojo ainda estava lá. O tesão também. Os dois não se anularam. Ficaram juntos, quentes, sujos, exatamente como eu tinha sentido na boca dele.
Eu li a mensagem uma vez e fechei o aplicativo. “Deita na posição de frango assado e abre essa bunda pra mim, mostra o cu.” Fiquei com raiva. Achei grosseiro demais, direto demais, como se eu fosse um buraco disponível sob encomenda. Ignorei. Deixei a conversa morrer por dias. Mas a frase ficou na cabeça. Não saía. Eu imaginava o jeito que ele escreveu, sem rodeio, pedindo exatamente aquilo. No dia do ensaio eu estava sozinha no quarto, luz quente entrando pela cortina, cama desarrumada. Comecei a testar poses comuns. Aí, sem avisar ninguém, deitei de costas, puxei as pernas pra cima e abri as coxas. A renda do body subiu. Eu coloquei as mãos nas nádegas e afastei. O ar bateu direto no cu. A pele se abriu, o ânus ficou exposto, rosa e franzido, bem no centro do quadro. Eu senti o próprio corpo ceder pra aquela posição e, no segundo seguinte, a boceta molhou. Fiquei assim um tempo, olhando pra câmera com o rosto de lado, exatamente como ele tinha pedido. Como se estivesse olhando nos olhos dele. O coração acelerou. Eu não estava mais ofendida. Estava molhada e com vontade de cobrar caro por aquilo. Voltei na conversa, mandei o valor alto, quase provocando pra ele desistir. Ele respondeu na hora: “Pode mandar. Quero essa.” O tesão subiu mais. Eu fiz a foto de verdade pra ele. Deitei de novo, abri bem a bunda com as duas mãos, deixei o cu no primeiro plano, bem aberto, e virei o rosto pra câmera com o olhar direto, sério, quase desafiador. A renda preta emoldurando o corpo, as pernas erguidas, a pele quente. Eu sentia o próprio ânus pulsar de tão exposto. Quando terminei de mandar, já estava com a mão entre as pernas. Até hoje, quando abro essa foto, eu gozo. Não é só por mim. É imaginando ele do outro lado, pau na mão, se acabando enquanto olha o meu cu aberto pra ele, exatamente como pediu. Eu cobrei caro. Ele pagou. E eu ainda gozo lembrando que me ofereci daquele jeito, de propósito, e gostei.
Eu estava deitada de lado na cama, o corpo nu, a luz quente batendo nas costas e no quadril. Na mão eu segurava o consolo laranja, grosso, e enfiava na boca com vontade. A língua envolvia a cabeça, lambendo, chupando, puxando com os lábios molhados. Cada vez que eu engolia mais fundo, a saliva escorria pelo canto da boca e pingava nos lençóis. Eu fechava os olhos e imaginava que era o pau dele. A gente ainda não tinha se encontrado. Só sexo virtual. Vídeos, chamadas, ele me mandando gozar enquanto eu via o pau dele na tela. E eu ali, mamando no consolo como se fosse ele, imaginando o gosto real, o calor, o peso na língua. Eu chupava com fome, deixando a boca bem aberta, a garganta apertando em volta, gemendo baixo enquanto a saliva deixava tudo escorregadio. A mão livre descia entre as coxas, os dedos escorregando na minha própria umidade, mas a cabeça só pensava nele. Eu não via a hora de ter o pau de verdade na boca. De ficar de joelhos, olhar pra cima e receber uma surra de pau na cara. Ele batendo a cabeça molhada nos meus lábios, na bochecha, na língua esticada, até eu implorar pra ele enfiar tudo. Eu queria sentir ele forçar fundo, me fazer engasgar de verdade, a saliva escorrendo pelo queixo enquanto ele segurava meu cabelo e metia na minha garganta. Queria o gosto dele, o cheiro, o jeito que o pau dele ia pulsar quando eu chupasse com vontade, lambendo as bolas, engolindo até o fundo. Naquele momento eu só tinha o consolo. Eu metia mais fundo, chupando com tesão, a boca fazendo barulho molhado, imaginando que era ele me usando. O quadril mexia sozinho contra a cama, os dedos apertando o clitóris, e eu gemia em volta do brinquedo, desejando que fosse o pau dele me enchendo a boca, me dando a surra que eu tanto queria. Só de pensar nisso eu já estava latejando, mamando o consolo com mais força, sem conseguir parar.
Ele pediu sem rodeio. Queria me ver deitada, de bruços, as pernas abertas, a buceta inteira no quadro. Não um close apressado. Queria tempo para olhar. Disse que ia se masturbar imaginando entrar no quarto e me achar assim, quieta, já aberta, pronta para ser fodida até não aguentar. Fiz o que ele pediu. Deitei de bruços no lençol verde, a bochecha no travesseiro, o cabelo espalhado. Puxei os joelhos para cima e abri as coxas. Os pés se encontraram no ar, os dedos quase se tocando, e o peso das pernas segurou o ângulo. A bunda subiu um pouco. A buceta ficou entre as coxas, à mostra, os lábios se separando com o próprio abrir. Olhei para a lente por cima do ombro. Queria que ele visse o rosto também. Que soubesse que eu tinha feito aquilo para ele. Fiquei imóvel o tempo da foto. O ar do quarto era frio na pele molhada. Eu já estava excitada antes de deitar, só de ler o pedido. Imaginar a mão dele no pau enquanto ele olhava aquele enquadramento me deixou latejando. A buceta inchou contra o lençol. Um fio de tesão escorreu e esfriou na parte de dentro da coxa. Depois da foto eu não me fechei. Fiquei na mesma posição e pensei nele do outro lado. A tela acesa. O zíper. A mão descendo. Ele contemplando primeiro, como tinha dito, sem pressa: o vinco da bunda, o cu, a buceta aberta entre as pernas dobradas, o meu olho na câmera. Imaginei o quarto dele em silêncio e o som da mão. Imaginei ele aumentando a imagem até a minha buceta ocupar a tela inteira. A fantasia dele entrou na minha. A porta abrindo. Ele me achando exatamente assim, de bruços, pernas abertas, sem me cobrir. Sem pedir licença, porque o pedido já tinha sido feito. A mão grande na minha lombar, me empurrando um pouco mais contra o colchão. O pau roçando a entrada, escorregando no molhado, e depois enfiando fundo de uma vez. Eu gemeria no travesseiro com a cara ainda virada, as pernas tremendo no ar, os pés se apertando um no outro enquanto ele me fodia toda, do jeito que tinha escrito. Meti dois dedos em mim sem sair da pose. A palma bateu na bunda. Os dedos entraram fáceis, molhados, e eu curvei o pulso para alcançar o ponto que latejava. A outra mão segurou o próprio tornozelo, mantendo a perna aberta, como se ele estivesse ali segurando. Cada estocada dos meus dedos eu traduzia para o pau dele. Fundo. Sem delicadeza. A buceta fazendo barulho. O colchão cedendo. Gozei olhando para o lado, a boca aberta no lençol, as coxas tremendo, os dedos atolados. Contraí em volta deles e imaginei que era ele gozando dentro, a mão ainda no meu quadril, me usando aberta do jeito que tinha pedido para ver. Quando passou, eu não juntei as pernas. Deixei a foto como estava. Que ele contemplasse. Que se masturbasse. Que me encontrasse assim, mesmo só na tela, e me fodesse toda até o fim.
Ele não tinha aberto a foto para olhar duas vezes. Abriu e ficou. Ela de quatro no quarto, espelhada, shorts pretos subidos até sumir no meio da bunda, meias até o joelho, lombar arqueada, os dois lados redondos e abertos o bastante para ele ver o volume da buceta entre as coxas. Inchada. O tecido preto marcava o contorno, mas o que ele via era o que estava por baixo: lábios grossos, úmidos, esperando alguém afastar e meter a cara. Ele não se mexeu. Só olhou. Imaginou ajoelhar atrás dela e puxar o shorts para o lado. A buceta abriria, rosada, inchada de verdade, brilhando. Ele passaria a língua de baixo para cima, devagar, abrindo os lábios com a ponta, chupando o clitóris até ela empurrar a bunda contra a boca dele. Depois subiria. Lambuzaria o cu com a mesma língua, circulando, empurrando a ponta para dentro, sentindo ela contrair e abrir de novo. Uma mão segurando a bunda, a outra no meio das coxas, dois dedos já entrando na buceta enquanto a língua trabalhava o cu. Ela gemeria baixo, daquele jeito de quem está de quatro e não quer que o vizinho ouça. Aí ele se levantaria. Pau duro, molhado da saliva dela. Encaixaria na buceta e meteria fundo de uma vez. O shorts ainda de lado, a bunda batendo na barriga dele a cada estocada. Ele seguraria a cintura e foderia sem pressa no começo, depois mais forte, até os lábios incharem de verdade em volta do pau, vermelhos, escorrendo, abrindo e fechando toda vez que ele saía até a cabeça e voltava até o fundo. Ela rebolaria. Ele não deixaria. Seguraria firme e continuaria metendo até a buceta ficar molhada demais, esticada, marcada. Só então tiraria. Devagar. O pau sairia brilhando, e ele subiria um pouco, encostaria a cabeça no cu já lambido, já aberto pela língua. Empurraria. Centímetro por centímetro, até a cabeça entrar. Ela arfaria, as meias pretas flexionando no colchão, a bunda empurrando para trás mesmo assim. Ele meteria o resto. Fundo. Ficaria parado um segundo, sentindo o cu apertar, e começaria a foder. Devagar primeiro, para ela acostumar. Depois no ritmo que ele quisesse. A bunda balançando, o cu abrindo em volta do pau, cada estocada deixando mais largo, mais usado, até ele conseguir meter até o fim sem resistência nenhuma. Arrombado. Aberto. Pingando. A buceta embaixo ainda inchada, vazando no lençol, enquanto ele segurava as duas nádegas abertas e olhava o próprio pau sumir no cu dela. Na foto ela continuava parada. Shorts no lugar. Bunda empinada. Ele ainda não tinha encostado nela. Mas já sabia exatamente o que ia fazer com aquela puta.
Ele transferiu o valor antes mesmo de eu abrir a porta. Alto o bastante para eu não pensar duas vezes. Seguidor antigo, das mensagens que eu lia e ignorava. Naquela noite, não ignorei. Entrou no quarto já duro. O pau era grande e grosso, veias marcadas, a cabeça inchada. Ele não perdeu tempo com conversa. Me virou de quatro na beira da cama, puxou a calcinha para o lado e cuspiu no meu cu. Dois dedos entraram de uma vez, abrindo. Eu gemi alto. Ele não esperou eu me acostumar. Quando meteu, foi até o fundo. O pau abriu o anel devagar e depois de uma vez, grosso demais, quente, enchendo tudo. Eu cravei as unhas no lençol e soltei um som que era dor e choque. Ele segurou minha cintura e começou a meter. Não rápido no começo. Fundo. Cada estocada batia no fundo e me empurrava para a frente. — Uma hora — ele disse, a voz rouca. — Sem parar. Eu não acreditei. Achei que gozaria em dez minutos e acabaria. Não acabou. Ele me comeu de quatro até minhas pernas tremerem. Depois me deitou de lado, uma perna no ombro dele, e meteu de novo, o ângulo diferente, o pau raspando por dentro de um jeito que doía e acendia ao mesmo tempo. Eu já estava molhada na frente sem ele ter encostado lá. A dor no cu virava calor. Eu gozei a primeira vez assim, contraindo em volta do pau grosso, o corpo inteiro tremendo, a voz quebrada. Ele não tirou. Continuou metendo enquanto eu ainda pulsava. Me colocou de bruços, o peso dele em cima, o peito nas minhas costas, e fodeu mais fundo. Cada estocada me esfolava. O anel ardia, esticado demais, molhado de cuspe e do pré-gozo dele. Eu choramingava e empurrava o quadril para trás mesmo assim. Queria mais. Odiava querer. Na posição de ladinho de novo, ele segurou meu pescoço com uma mão e meteu devagar, quase sádico, só para eu sentir cada centímetro grosso entrando e saindo. Gozei a segunda vez mordendo o travesseiro, o cu apertando o pau dele com força, a dor misturada com o orgasmo até eu não saber onde uma acabava e a outra começava. Ele me sentou nele, de costas. Eu desci sozinha, o pau entrando inteiro, e comecei a rebolar. Doía. Ardia. Eu gemia e continuava, as mãos nas coxas dele, subindo e descendo, o cu engolindo tudo. Ele segurou minha bunda aberta e meteu de baixo para cima, brutal. A terceira vez veio assim, eu cavalgando, gozando com o cu arrombado, o clitóris latejando sem ninguém tocar. Faltava tempo. Ele me pôs na beirada da cama, pernas abertas, e meteu de frente, olhando para a minha cara. O pau entrava no cu e ele passava o polegar no meu clitóris, devagar, enquanto estocava fundo. Eu não aguentava olhar. Gozei de novo, quase gritando, o corpo sacudindo, o cu contraindo tanto que ele rosnou. A hora inteira foi isso. Ele mudava de posição e não parava. De quatro, de lado, por cima, eu em cima, pernas no ombro, de bruços com a bunda erguida. O pau grosso não amolecia. Cada estocada deixava o anel mais aberto, mais sensível, mais esfolado. Eu chorava de dor e pedia mais. Gozei sentindo os dois ao mesmo tempo, a queimação e o prazer se confundindo até eu não conseguir separar. Quando o tempo acabou, ele meteu fundo uma última vez e gozou dentro, quente, enchendo o cu já destruído. Ficou parado, pulsando, até esvaziar. Quando tirou, eu senti o vazio e o esperma escorrendo. O anel não fechava direito. Ardia. Latejava. Fiquei deitada, as pernas abertas, o cu arrombado, vermelho, aberto. Doía para sentar. Doía para andar. Durante uma semana, cada vez que eu ia ao banheiro ou cruzava as pernas, lembrava daquela hora. O cu demorou para voltar ao normal. Mesmo assim, quando olhei o valor na conta, sorri. Tinha gozado várias vezes com dor e prazer misturados, e ainda saí com uma boa grana. Valia.
Adoro gozar gostoso com meus brinquedos
Um pequeno vídeo para meus amores.
Gostaria de saber o que você imagina quanto olha para minha fotografia. Gostaria de saber tudo que você faria comigo.
Muitos seguidores pedem para assistir aos meus momentos mais íntimos pela câmera… mas poucos são os eleitos que ganham o privilégio de compartilhar comigo esse momento.
Criei uma série de autorretratos para revelar meu lado mais safado, provocante e sem pudores. Brinquei com meus brinquedos, explorei meus desejos e deixei a câmera registrar uma versão de mim que não costuma pedir licença. E, para fechar a série, um close daqueles na minha buceta e cuzinho que fazem a imaginação perder completamente o controle… 😈🔥
Me excita imaginar o que você faria comigo nessa posição.
Uma mulher que conhece o próprio desejo é difícil de governar, porque já não confunde obediência com virtude.
O corpo que um dia foi motivo de julgamento tornou-se, com o tempo, o lugar onde ela finalmente encontrou liberdade.
Há fotografias que começam diante da câmera. Outras começam muito antes, quando ainda estamos tentando descobrir como queremos nos enxergar.
Sexo virtual
Nem tudo que eu crio foi feito para ser visto por todos. Algumas imagens têm outro ritmo. Outra intimidade. Outra entrega. Aqui, deixo apenas uma pequena amostra. O restante fica reservado para quem realmente quiser conhecer meu trabalho de perto.
Neste ensaio, a proposta é permitir ser fotografada durante um momento de intimidade e autoerotismo, explorando a sensualidade, o desejo e a liberdade de se expressar diante da câmera. Tudo acontece mediante consentimento explícito, consciente e contínuo. Antes da sessão, serão definidos claramente os limites, o que pode ou não ser fotografado, quais imagens poderão ser produzidas e como elas poderão ser utilizadas. Nada será realizado ou registrado sem minha autorização. Também existe liberdade para interromper a sessão a qualquer momento, sem necessidade de justificativa. O consentimento não é permanente: ele pode ser retirado a qualquer instante. A proposta é criar um ensaio íntimo, artístico e consensual, no qual a vulnerabilidade não signifique perda de controle. Pelo contrário: a liberdade está justamente em escolher até onde quero me revelar.
Eu quero ver você de quatro, com um consolo enfiado até o talo e o seu cuzinho bem arregaçado. Eu quero imaginar meu pau te fodendo bem gostoso enquanto eu olho teu cuzinho.
Eu sempre tive limites muito claros em relação à fotografia. Havia uma espécie de censura interna, uma fronteira que eu mesma estabelecia entre aquilo que podia revelar e aquilo que ainda queria preservar. Existia algo que eu desejava manter escondido, reservado para momentos especiais como se determinadas partes de mim só pudessem ser reveladas quando eu realmente escolhesse fazê-lo. Até que meus seguidores começaram a atravessar essa fronteira de uma maneira inesperada. Eles passaram a me oferecer quantias cada vez maiores para que eu mostrasse mais, para que eu me deixasse conduzir por seus desejos, suas sugestões, seus pedidos. Queriam participar da construção da imagem: indicar posições, gestos, maneiras de me apresentar diante da câmera. E estavam dispostos a pagar muito bem para me ver exatamente como imaginavam. O que realmente me surpreendeu, porém, não foi o dinheiro. Foi perceber o que acontecia dentro de mim enquanto tudo isso acontecia. Eu comecei a gostar daquele jogo. Comecei a gostar da tensão entre ser observada e escolher me revelar. Deixei, pouco a pouco, que o olhar de quem estava do outro lado da tela também participasse da minha criação. O desejo deles começou a encontrar o meu e, em algum ponto, já não era apenas sobre aquilo que eles queriam ver. Era sobre descobrir o quanto eu gostava de ser vista. E talvez essa tenha sido a parte mais inesperada de todas: perceber que aquele olhar, que inicialmente parecia apenas externo, também podia me conduzir para dentro de mim mesma e me provocar.
Eu comecei na fotografia toda comedida. Queria mostrar a sensualidade de uma mulher da maneira mais feminina que eu conseguia imaginar. Um olhar, uma curva, uma transparência, um gesto. Eu gostava de provocar sem entregar tudo. Até que os homens começaram a oferecer dinheiro. Primeiro, para eu mostrar um pouco mais. Depois, para eu ousar mais. E então vieram ofertas cada vez maiores para que eu ultrapassasse aquilo que, no começo, eu jamais imaginaria fazer diante de uma câmera. E aconteceu uma coisa que eu não esperava: eu gostei. Gostei da atenção. Gostei da provocação. Gostei de perceber o quanto um homem podia desejar algo que eu estava escolhendo mostrar. E, principalmente, descobri que havia em mim uma mulher que sentia prazer naquela troca. Quanto maior a oferta, mais intensa ficava a minha curiosidade. Não porque alguém estivesse me obrigando a fazer qualquer coisa, mas porque eu comecei a descobrir que eu gostava do jogo. Eu gosto da ideia de um homem pagar para ter acesso a uma parte de mim que ele não teria de nenhuma outra maneira. Gosto de saber que existe algo que eu escolho revelar, quando quero, para quem quero e que justamente por ser uma escolha minha se torna ainda mais valioso. Foi assim que a fotografia deixou de ser apenas fotografia. Tornou-se uma descoberta sobre mim mesma. Descobri que posso ser delicada e provocante. Feminina e ousada. Posso gostar de ser desejada. Posso gostar de receber dinheiro pelo meu desejo de ser vista. Posso gostar da tensão entre aquilo que mostro e aquilo que ainda guardo. E não tenho vergonha dessa descoberta. Essa é a minha verdade: eu não fui simplesmente empurrada para um lugar mais explícito. Eu descobri que queria estar lá.
Nessa série registrei o momento delicioso onde exploro meu prazer ao máximo com meus brinquedos.
Sensualidade não precisa de grandes figurinos. Às vezes, uma calça de moletom, uma camiseta branca e um olhar dizem muito mais. Porque o que torna uma imagem provocante não é o quanto o corpo revela, mas a maneira como ele se faz presente. A continuação desse ensaio, mais íntima, mais ousada, está no privado. 🔥
Uma Um corpo que se pertence. Um desejo que não pede tradução. Uma mulher que decidiu ser, ao mesmo tempo, modelo, fotógrafa e olhar. E talvez essa seja a fotografia mais íntima de todas: aquela em que ninguém além de mim decide o que meu corpo significa.
A luz revela apenas o suficiente o resto, deixo para a sua imaginação.
Adoro ser a cadelinha obediente
De quatro sobre a cama, deixo no silêncio do quarto um convite que não precisa ser dito aproxime-se e descubra até onde minha pele permite.
Vestida de vermelho, sem nada além do tecido entre mim e o mundo — um segredo escondido à vista de todos.
Completamente nua sobre a cama, entregue à delicadeza da luz, ao silêncio do quarto e à liberdade de simplesmente existir em minha própria pele.
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